Atletas amazonenses brilham no wrestling

O wrestling do Amazonas voltou a colocar o Estado no pódio, durante as disputas dos Jogos da Juventude 2026, no último final de semana e na última segunda-feira, dias 24, 25 e 26 de outubro, conquistando um total de cinco medalhas nas disputas individuais e uma prata inédita na disputa por equipes.

Ao todo, o Amazonas soma nove medalhas, sendo uma de ouro, cinco de prata e três de bronze. As competições acontecem até 3 de novembro, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

Conquistas

Nas disputas individuais, no fim de semana, o Amazonas subiu ao pódio cinco vezes, todas na categoria juvenil, conquistando duas medalhas de prata e três medalhas de bronze. Jadson de Araújo conquistou a medalha de prata na categoria Greco-Romana até 80 kg; Gustavo da Conceição também conquistou a prata na categoria Greco-Romana até 110 kg; Felipe Rodrigues, de Maués, a medalha de bronze na categoria Greco-Romana até 55 kg; Sthefanny Guedes, medalha de bronze na categoria até 73 kg, e Angelina Kauanny Garcia, conquistou o bronze na categoria até 65 kg.

Prata

A emoção continuou nesta segunda-feira (26), quando os estudantes-atletas retornaram aos tapetes para as disputas coletivas. O grande destaque da sessão foi a seleção feminina do Amazonas, composta por todas as jovens atletas da equipe, que avançou até a grande final e enfrentou a forte equipe de São Paulo, garantindo a medalha de prata para o Estado.

Competindo pela quarta vez no torneio, Sthefanny enfrentou o desafio de estrear em uma nova faixa etária, enfrentando adversárias mais experientes na categoria juvenil. A adaptação, no entanto, veio acompanhada de grandes resultados.

“Esse é o meu quarto ano competindo nos Jogos Escolares, mas o primeiro lutando na categoria juvenil. Me preparei bastante para chegar e fazer boas lutas. Fiquei muito feliz por ter conquistado o terceiro lugar no individual, mas sigo me preparando para buscar o primeiro lugar no pódio”, ressalta a atleta.

​Além do pódio na disputa individual, a lutadora teve um papel fundamental nas competições por equipes. Para ela, o clima de união entre as companheiras foi fundamental para a medalha.

“O Amazonas sempre foi um time muito unido, então a sensação é totalmente diferente, porque estamos sempre torcendo umas pelas outras. Acredito que tivemos um bom desempenho, levando em consideração as circunstâncias”, avalia.

Estudante-atleta da Nilton Lins, Sthefanny faz questão de reconhecer aqueles que estiveram ao seu lado durante toda a jornada: “Nada disso seria possível sem os meus professores Waldeci e Henry, e meu pai, que me ajudaram durante toda a preparação, além dos técnicos David e Ketellen, que estiveram conosco durante as competições.”

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